Barroco *

 

Contexto Histórico

Para compreendermos melhor o homem dessa época precisamos entender um pouco sobre as condições econômicas, sociais e religiosas que predominavam nesse período histórico chamado de Seiscentismo.

  • Na Europa o Cristianismo se divide.
  • Contra-Reforma: Para a contenção do Protestantismo na Europa, a igreja Católica criou o Concilio de Trento.

O Concílio de Trento reafirmou os dogmas católicos, preservando a hierarquia clerical.

Uma das conseqüências importante desse movimento foi a restauração do Tribunal do Santo Ofício. Ele era responsável pela Inquisição, que combatia os hereges, era a “censura” da época. Todos os homens que não eram consideradas “bons cristãos” eram queimados na fogueira da Inquisição. Eram julgados os crimes “contra a fé”, que abrangiam o luteranismo, a feitiçaria, as blasfêmias e as críticas ao Catolicismo, entre outros.

Características

No período do Barroco os homens viviam divididos entre dois mundos: o mundo terreno e o mundo celestial.Eles viviam em duvida se o melhor para ele seriam as coisas do mundo material(as ciências, o amor carnal, o corpo físico) ou as crenças do mundo de Deus(o crer de que tudo girava em torno dele e de que Sua vontade sempre deveria ser atendida).

O contraste do homem que predominava nesse período era resultado das condições históricas em que ele vivia.

Graças à tensão daquele momento, surgiu um movimento artístico de grande riqueza estética, envolvendo um variado leque de assuntos que são explorados de diversas maneiras.

Algumas das principais características do Barroco são:

  • Tentativa de unir valores opostos (com uso constante de antíteses).
  • Rebuscamento e exagero (metáforas e hipérboles).
  • Conceptismo: caracteriza-se como um jogo de idéias, que utiliza uma linguagem aprimorada para alcançar um raciocínio lógico.
  • Cultismo: uma linguagem rebuscada, culta, utilizando jogos de palavras.

Fonte:Cllick Ideia  – Adaptado por Amanda

Clickideia:

Literatura – Barroco – Contexto Histórico do Barroco

Literatura – Barroco – Carcterísticas do Barroco

Por: Amanda

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Published in: on December 1, 2010 at 10:42 am  Comments (3)  

Fonemas! •

G e J:

As letras G e j tem o mesmo som  antes de e ou i,o que causa duvida na grafia .

Emprega-se a letra j nas palavras de origem africana e indígena: pajé, jibóia, biju; e em palavra derivadas de outras que já possuem j: laranjeira (laranja)

Emprega-se a letra g nas terminações -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio ;e geralmente nas terminações -agem, -igem, -ugem. Exeção: pajem e lambujem

X e Ch

Emprega-se a letra X normalmente depois do ditongo: caixa,peixe,trouxa,(exceção:caucho,recauchutado e recauchutagem)  depois de (me) inicial mexer,mexilhão(exceção mecha e derivados)  ;depois de(em)inicial enxurrada, enxaqueca (exceção encher ,encher,encharcar,enchumaçar e seus derivados).

S e Z

Emprega-se a letra s nos sufixos -ês e –esa e –Isa,usando na formação de palavras que indicam nacionalidade,profissão,estado social,títulos, honoríficos: chinês,burguesa,… ;sufixos –oso, -osa  usados na formação de adjetivos : deliciosa,gelatinosa.

Emprega-se S nas formas dos verbos pôr e querer e seus compostos: puser,repusesse, quis, quisermos.

Emprega-se a letra Z nos sufixos –ez e eza, usadaspara formar substantivos abstratos derivados de adjetivos:rigidez (rígido), riqueza (rico).

–ar e  –izar

Emprega-se o sufixo –ar nos verbos derivados cujo radical contem –s. Caso contrário, emprega-se –izar:

Análise –analisar            eterno – eternizar

E e I

Algumas formas dos verbos terminados em –oar grafam-se com e: perdoem (perdoar),continue (continuar)

Algumas formas dos verbos terminados em –air, -oer e uir grafam-se com i: dói (doer), possui (possuir).

Por: Jõao Paulo

Published in: on November 30, 2010 at 8:01 pm  Comments (1)  

Pré-Romantismo! •

Época literária (primeiro quartel do século XIX) caracterizada pelo surgimento de manifestações que viriam a caracterizar o movimento romântico (por exemplo: o fatalismo; a busca do isolamento; a hiperbolização do sofrimento; a obsessão da morte), sendo, desta forma, considerada de preparação para a corrente artística que se avizinhava. Não podemos dizer que existiu um movimento literário, mas, sim, manifestações e aspectos que acusam o dealbar do Romantismo, o qual se afirmará em 1825.

manifesta-se em escritores como Bocage, a marquesa de Alorna,  Filinto Elísio e José Anastácio da Cunha, entre outros, alguns deles ainda ligados ao arcadismo.

Por: João Paulo

Published in: on November 30, 2010 at 2:26 pm  Leave a Comment  

Arcadismo! ∞


• O que foi o Arcadismo?

O Arcadismo ou Neoclassismo foi um estilo literário que surgiu no século XVIII. Teve como principal característica a busca por uma vida simples, pastoril, a valorização da natureza e do viver o presente (essa idéia foi por causa das frases de Horácio “fugere urbem” – fugir da cidade e “carpe diem”- aproveite o dia).

• Arcadismo no Brasil!

No Brasil, o arcadismo teve inicio na segunda metade do século XVIII, na mesma época em que na região Minas Gerais estava em pleno auge do ciclo do ouro. E é nesse mesmo momento que acontece a propagação do pensamento iluminista principalmente entre os jovens intelectuais e artistas de Minas Gerais.

Quando falamos em Arcadismo, não podemos deixar de citar alguns dos poetas do brasileiros desse estilo literario, nós podemos destacar Cláudio Manoel da Costa (autor de Obras Poéticas), Tomás Antônio Gonzaga (autor de Liras, Cartas Chilenas e Marília de Dirceu), Basílio da Gama (autor de O Uruguai), Frei Santa Rita Durão (autor do poema Caramuru) e Silva Alvarenga (autor de Glaura).

Por: Julia

Published in: on November 27, 2010 at 4:14 am  Comments (3)  

Recursos Sonoros~*

»Aliteração:
 É a repetição constante de um mesmo fonema consonantal. Observe como o poeta Castro Alves alitera o fonema /b/ nestes versos:

Auriverde pendão de minha terra
Que a brisa do Brasil beija e balança

»Assonância:
É  a repetição constante de um mesmo fonema vocálico. Observe a assonância do fonema vocálico /a/ nestes versos de Cruz e Souza:

Ó Formas alvas, brancas,  Formas claras

»Paranomásia:
É o emprego de palavras semelhantes na forma de som, mas de sentido diferentes, próximas umas das outras:

Ah pregadores! Os de cá acher-vos-ei com
mais paço. os de lá com mais passos.
(Pe. Antonio Vieira)

»Paralelismo:
 É a repetição de palavras ou estruturas sintáticas maiores (frases, orações, etc) que se correspondem quanto ao sentido. Observe o paralelismo nestes versos da canção “Sem fantasia”, de Chico Buarque:

Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu.

Fonte: Livro didático Willian Cereja e Thereza Cochar

Por:  Eloisa

Published in: on November 26, 2010 at 11:31 pm  Leave a Comment  

Gregório de Matos~*

   Gregório de Matos  (conhecido também como Boca do Inferno) é o maior poeta barroco brasileiro e um dos fundadores da poesia lírica e satírica em nosso país.  Nasceu em Salvador e depois foi para Coimbra em Portugal onde ensaiou seus primeiros poemas satíricos. Retornando ao Brasil, devido as suas sátiras foi perseguido pelo governador baiano Antônio de Souza Menezes, o Braço de Prata. Dedicou-se as sátiras e aos poemas erótico-irônicos, o que lhe custou alguns anos de exílio na Angola. Voltou doente para o Brasil e impedido de entrar na Bahia, morreu em Recife.
    Com um vocabulário de baixo calão, Gregório de Matos em suas poesias denunciava a sociedade baiana por suas contradições e falsidades e não se curvou aos poderes das autoridades políticas religiosas.  Cultivou três vertentes da poesia lírica: a amorosa, a filosófica e a religiosa.

Lírica Amorosa:
Marcada pelo dualismo amoroso carne/espírito, que leva ao sentimento de culpa no plano espiritual.  A mulher é a personificação do próprio pecado, da perdição espiritual.

→Lírica Filosófica:
Os textos lembram diretamente Camões, pois referem-se ao desconcerto do mundo, às frustrações humanas diante da realidade. Os poemas são marcados pelo Carpe diem.

Lírica Religiosa:
Faz uso de temas como a amor a Deus, ao arrependimento, a culpa, o pecado e o perdão. A língua empregada é culta, com muitas inversões e abundância em figuras de linguagem.

Por:  Eloisa

Published in: on November 26, 2010 at 11:10 pm  Leave a Comment  

Gil Vicente~*

   Não se sabe muitas coisas sobre a vida de Gil Vicente, ele teria nascido em Guimarães ou em outro lugar na região da Beira no ano de 1465.  Ao longo de três décadas, foi um dos principais animadores dos serões da corte, escrevendo, encenando e até representando mais de quarenta autos. O primeiro deles  “O Monólogo do Vaqueiro” foi escrito e encenado pelo próprio Gil Vicente em comemoração ao nascimento do príncipe D. João,  futuro rei D. João III.
   Em suas obras Gil Vicente voltava-se não para Deus, mas o próprio homem, para a sociedade portuguesa. Não desejava atingir as instituições, mas as pessoas inescrupulosas que as compunham. Seu objetivo era demonstrar o quanto as pessoas – independentemente de classe social, raça, religião ou sexo – eram egoístas, mentirosas, falsas e principalmente frágeis aos apelos da carne e do dinheiro. Sua obra mais famosa foi Auto da Barca do Inferno.

Por:  Eloisa

Published in: on November 26, 2010 at 10:18 pm  Leave a Comment  

Escrevendo com adequação! ∞

Por que, por quê, porque ou porquê?

 

A Palavra Porque pode apresentar diferentes grafias, de acordo com o sentido e o papel gramatical que desempenha. Veja:

• Usa-se por que:

a) nas interrogativas diretas e indiretas:

Por que você não chegou mais cedo?

Quero saber o por que meu dinheiro está valendo menos.

b) Pode ser usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”:

Não sei por que não quis ficar até mais tarde.

Eis por que não lhe escrevi antes.

c) quando a expressão puder ser substituída por para que ou pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais:

A estrada por que passei está em péssimo estado de conservação.

• Usa-se por quê:

a) quando a expressão aparecer em final de frase ou sozinha:

Ficar na festa até mais tarde, por quê?

Não sei por quê.

• Usa-se porque:

a) quando a expressão equivaler a pois, uma vez que, para que:

Não faça mal a ninguém porque você não quer que façam o mesmo com você.

Ele não foi ao cinema porque estava chovendo.

• Usa-se porquê:

a) denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo ou numeral:

Diga-me o porquê de sua contestação.

Tenho um porquê para ter contestado: meu cartão bancário foi clonado.

• Mal ou Mau?

Na dúvida, adote esta regra prática: mal é o oposto de bem e mau é o oposto de bom

Você é um mau aluno.

Pelo visto, ele está de mal-humorado hoje.

A fim de ou afim?

A fim de indica finalidade; corresponde a palavra para;

Ele estudou mais esse mês a fim de tirar uma boa nota na prova.

Afim corresponde a semelhante ou parente por afinidade;

O departamento de compras e de finanças têm funções afins.

Meio ou Meia?

Meio é advérbio que equivale a um pouco, mais ou menos;

Maria está meio nervosa.

Meia é um adjetivo que equivale a metade (numeral = variável)

Vamos embora, já são meio-dia e meia.

Mais ou mas?

Mais indica quantidade; é o contrário de menos:

Tente prestar mais atenção nas aulas.

Mas é conjugação; equivale a porém, todavia, contudo;

Ela disse que sempre esta certa mas é mentira.

• Há ou a?

emprega-se há:

– com referencia a tempo passado:

Não o vejo muitos anos.

– quando se trata de forma do verbo haver:

uma menina nessa rua chamada Daniela.

• Parônimos e Homônimos!

Parônimos: são palavras que apresentam significados diferentes embora sejam parecidas na grafia ou na pronúncia.

Exemplos:

Flagrante (evidente) / fragrante (perfumado)

Mandado (ordem judicial) /  mandato (procuração)

Inflação (alta dos preços) / infração (violação)

Eminente (elevado) / iminente (prestes a ocorrer)

Arrear (pôr arreios) / arriar (descer, cair)

Homônimos: são palavras que têm a mesma pronúncia, mas significados diferentes.

Acender (pôr fogo) / ascender (subir)

Estrato (camada) / extrato (o que se extrai de)

Bucho (estômago) / buxo (arbusto)

Espiar (observar) / expiar (reparar falta mediante cumprimento de pena)

Tachar (atribuir defeito a) / taxar (fixar taxa)

Fontes: livro “Português: Linguagens de William Cereja e Thereza Cochar”

http://www.brasilescola.com/gramatica/paronimos-homonimos.htm

Postado por: Julia

Published in: on November 26, 2010 at 12:15 am  Leave a Comment  

“O Erro do Enem pago pela População” por Julia ∞

Esse foi um artigo de opinião que produzi sobre o Enem com base em algumas notícias:

O Enem, como todos já conhecem, é o exame nacional do Ensino Médio, realizado individualmente com o objetivo de avaliar os conhecimentos dos alunos que estão concluindo o ensino médio.

Esse exame foi instituído em 1998 e até hoje ele é usado mas de 2 anos pra cá, ele vem tendo falhas. No ano de 2009, houve um fato que surpreendeu a todos, a prova do Enem havia sido vazada por isso algumas faculdades não aceitaram a nota do exame. Já nesse ano de 2010, houve erros de impressão de alguns cadernos amarelos ou também a inversão dos cabeçalhos nos cartões de resposta do primeiro dia de prova.

Pela decisão da Justiça Federal do Ceará, os alunos que se sentiram prejudicados têm direito a um novo exame mas o ministério espera o julgamento do recurso para começar a receber os pedidos de novas provas, com isso dá para aqueles que foram mal, a oportunidade de fazer a prova duas vezes. Aquele que foi bem evidentemente não vai ter interesse de fazer a prova de novo. Dar essa oportunidade é uma quebra de igualdade.

Quando falamos em algo nacional falamos em nação, então o Enem não muda o futuro de uma só pessoa, mas sim de uma nação inteira, que trabalha, que luta e que merece algo melhor.

Published in: on November 25, 2010 at 11:04 pm  Leave a Comment  

As competências avaliadas pelo Enem! ∞

Nesse texto, você vai conhecer tudo sobre o Enem, como é a sua avaliação, quais as competências que são avaliadas nesse exame e etc.

Como todos que estão lendo já devem saber, o Enem é um exame oferecido anualmente a estudantes que estão cursando ou já concluiriam o ensino médio. Foi criado em 1998, e nessa época, foram aproximadamente 157 mil inscritos, mas hoje em dia, são cerca de 3 milhões de estudantes participando do exame anualmente.

As provas do Enem tem como principal objetivo avaliar se o aluno conseguir interpretar dados, pensar, tomar decisões adequadas, aplicar conhecimentos em situações concretas.

Para testar essas capacidades, o Enem avalia cinco competências que são importantes não apenas para a resolução das questões, mas para a vida toda. Mas afinal, o que são competências? “É a soma de talento e habilidade. Essa associação conduz a resultados superiores aos obtidos por pessoas que apenas o talento ou a habilidade separadamente. Por um exemplo, um corredor de Fórmula 1 é uma pessoa que soma a habilidade de dirigir automóveis com o talento natural para disputar competições. Implica em dizer que quanto mais habilidades e talentos juntos, maior é a chance do sucesso.” (Explicação do consultor Carlos Martins).

• As cinco competências gerais avaliadas pelo Enem são: (Fonte: livro “Português: Linguagens de William Cereja e Thereza Chochar”)

I – Dominar a norma culta da língua portuguesa e fazer o uso das linguagens matemática, artística e científica.

II – Construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.

III – Selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações problema.

IV – Relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas para construir argumentação consistente.

V – Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

Por: Julia

Published in: on November 25, 2010 at 10:51 pm  Leave a Comment